Porque a educação a distância móvel não decola? Seria falta de padrões?

terça-feira, 25/setembro/2007

Por que ainda hoje é difícil encontrar empresas que comercializem serviços em educação móvel? Com certeza muitos de nós já sentimos a necessidade de termos a disposição algum dispositivo que nos desse a possibilidade de estudarmos naqueles momentos onde estamos sem nada para fazer.

Apesar de algumas tentativas, as propostas a educação mobile ainda estão esperando por uma padronização, dos meios de acesso a informação. Hoje isso tem se tornado mais fácil graças aos aparelhos que possibilitam para qualquer pessoa, navegação na Web, usando todos os recursos disponíveis em um website. Já pensou acessar um ambiente de EaD diretamente do seu celular?

Voltando ao assunto, a educação móvel agora pode encontrar nas novas interfaces móveis um novo mercado. Agora teremos que nos adaptar a essa realidade. Por quê? A diversidade de aparelhos móveis que acessam a web tem tornado o processo de construção desses conteúdos muitas vezes impraticável. A manutenção de múltiplos endereços tem causado redundancia de dados, inconsistencia e principalmente dificuldade de manutenção.

Os trabalhos para uma padronização tem caminhado para uma solução de desenvolvimento de portais capaz de adaptar conteúdos web à maior parte dos dispositivos – desktops, PDAs e telefones celulares – a partir de uma única URL.

Nesse sentido a própria W3C tem recomendado a criação da visão de uma única Web onde:

1. São definidos um conjunto de melhores práticas que quando seguidas por autores e desenvolvedores são capazes de tornar os conteúdos acessíveis para usuários de dispositivos fixos e móveis.
2. Fazer tudo o que for possível para que a mesma informação e serviço sejam disponibilizadas para os usuários independente do dispositivo que ele esteja utilizando.

As regras encontram-se organizadas dentro dos seguintes tópicos:

  • Regras para escolha de conteúdo;
  • Regras para aproveitamento de espaço;
  • Regras para codificação;
  • Regras para o design de leiautes;
  • Regras para o uso de textos, fontes e cores;
  • Regras para o uso de tabelas; e
  • Regras para o uso de imagens.

Então mesmo que hoje ainda não seja uma realidade, com a convergência dos aparelhos de comunicação, talvez em pouco tempo, quem trabalhe com educação a distância precise adotar padrões ou se adaptar as novas tecnologias e ambientes.

Fontes: http://www.colaborativo.org/blog/2007/08/15/porque-a-educacao-a-distancia-movel-nao-decolou/

Regras práticas para apresentação de páginas web em dispositivos fixos e móveis. Maria Luisa Lopes de Faria


Encontramos barreiras para desenvolver

sexta-feira, 1/setembro/2006

Após a construção dos primeiros protótipos com Java ME percebemos a incapacidade das ferramentas utilizadas para chegarmos ao melhor estado da usabilidade promovido pelos protótipos de papel.

Porém observamos características do Polish que podem ser interessantes, como a aplicação de CSS nos componentes do Java ME, tornando de certa forma a interface construída mais amigável. Apesar desses recursos, ainda assim não seria possível utilizar facilmente componentes como textfields e buttons em Canvas para podermos desenhar interfaces melhores, a não ser se desenvolvêssemos as mesmas.

Estamos numa fase de estudo para saber o que é possível ser feito alterando o CSS responsável por modificar aspectos importantes dos componentes de formulário do Polish.

Caso seja necessário mais pesquisas por mudar as ferramentas que utilizamos isso será informado, juntamente com novos protótipos de interfaces projetados.


Optamos por JAVA ME

sexta-feira, 1/setembro/2006

Depois de discussões entre os membros da equipe de desenvolvimento, a decisão pelo o uso de Java ME para o desenvolvimento do módulo Gestão de Conteúdo do AMADeUs, ao invés de tecnologias para a Web. A mudança foi baseada em indicadores internos da equipe durante o desenvolvimento do então sistema de apoio a educação, o .learn. Essa indicadores mostravam o alto custo da montagem de uma infra-estrutura capaz de suportar o sistema, além da pouca durabilidade da bateria dos dispositivos, no caso PDAs, ligados em uma rede wireless para sincronização com o servidor e solicitação de dados.

Outro fator fundamental para o uso de JAVA ME foi a segurança na portabilidade da mesma. Segundo noticias do site da Palm, o Palm OS já parou de ser produzido e provavelmente uma plataforma livre será utilizado.