E-learning Guild publica relatório sobre m-learning

quarta-feira, 5/dezembro/2007

O E-learning Guild, comunidade online com aproximadamente 27000 profissionais diretamente e indiretamente envolvidos com e-learning, publicou uma pesquisa sobre a experiência com m-learning entre seus membros espalhados por todo o mundo.

  • 66% dos mebros estão ao menos pesquisando sobre iniciativas em m-learning, e 9% já possuem uma solução implementada nas suas organizações.
  • 44,8% planejam aplicar o m-learning nos próximos 12 meses.
  • Olhando específicamente para EUA e Canada, observamos um gap. 24% dos membros de outros paises já projetaram ou implementaram m-learning, enquanto apenas 14% fizeram o mesmo nos EUA e Canadá.
  • As principais barreiras para adoção do m-learning listadas foram: o conteúdo já desenvolvido para as mídias tradicionais não funcionam na plataforma móvel, a falta de um padrão para distribuição, e o problema da tela ser muito pequena.
  • O iPhone está sendo esperado como uma solução para resolver problemas de compatibilidade e de tamanho da tela. O celular da Apple está carregando a esperança de impulsionar a adoção do m-learning; as atividades desenvolvidas para web irão se adaptar com poucas ou nehuma mudança neste novo dispositivo móvel.
  • Membros que implementaram m-learning informaram um aumento de 52% na perfomance do usuário, e um ganho de 83% na acessibilidade do processo de aprendizado.
  • Membros que implementaram m-learning e foram aptos para medir o retorno sobre investimento, registraram um ganho de 88% no ROI!

Este último dado é muito importante. A empresa que atua no seguimento de e-learning/m-learning precisa saber justificar o quão vantajoso FINANCEIRAMENTE suas soluções são.

Para saber mais sobre o E-learning Guild, visite:

http://www.elearningguild.com

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Handheld Learning 2007

sexta-feira, 9/novembro/2007

Durante os dias 10 e 12 de outubro de 2007 foi realizada em Londres a terceira edição de uma das maiores conferências sobre m-learning do mundo: Handheld Learning 2007. A conferência vem aproximando a comunidade acadêmica especializada em m-learning de grandes empresas do ramo de telefonia móvel, telecomunicações e computação.

O tema da conferência deste ano foi “learning while mobile“, que mostra a preocupação das pesquisas atuais com a mobilidade do aprendiz e não apenas do dispositivo. Esse posicionamento contrasta um pouco com a pura visão tecnocêntrica que permeava alguns estudos no inicio da onda mobile no mundo da educação.

Mobile Learning em Prática
Fato interessante do evento, foi que durante a conferência foi incentivado o uso do Twitter.com. Essa ferramenta web trabalha com o conceito de micro-blogging, onde posts podem ser criados apartir de um dispositivo móvel com acesso a tecnologia SMS.

Dessa forma, a ferramenta colaborou como um espaço para registro do que foi aprendido entre os participantes. Além disso, o blog permitiu novas formas de interação entre os presentes, que também postaram dúvidas e tiveram uma nova oportunidade de acessar o capital social presente no evento.

O conteúdo da conferência está disponível em vários formatos:

Video
http://handheldlearning.blip.tv

Podcasts
http://tinyurl.com/39fzx4

Slides
http://www.slideshare.net/HandheldLearning/slideshows
 

Fontes:
Tony Vicent´s review
http://www.handheldlearning.co.uk/content/view/41/2/

Bob Harrison´s review
http://www.handheldlearning.co.uk/content/view/40/2/

Handheldlearning 2007
http://www.handheldlearning2007.com/


Integração m-learning e web

terça-feira, 9/outubro/2007

Muitos podem acreditar que é um trabalho simples avaliar necessidades de um portal educacional para dispositivos móveis. De fato, com os estudos de casos que estão sendo cada vez mais testados está ficando mais comum encontrar algo parecido com o que se quer para sua instituição. Um trabalho de qualidade, no entanto, requer estudos sobre o perfil do portal, da empresa e, principalmente, dos usuários.

Além de estudar conceitos, definições e aplicações práticas de mobile learning na literatura mundial, é básico avaliar diversas formas de integração de plataformas de ensino a distância com dispositivos móveis (celulares e PDAs), de forma a especificar qual a melhor forma de adaptar a arquitetura do ambiente existente para tal. A adequação da EaD ao m-learning tem como objetivo prover serviços específicos adicionais aos usuários de dispositivos móveis, permitindo uma união entre estes sistemas. Neste contexto, foram avaliados os principais resultados encontrados em torno do m-learning desde arquiteturas propostas à casos de estudo reais.

A adaptação em andamento deve apresentar as seguintes características:

  • Com o intuito de permitir a união entre o portal e o m-learning, a arquitetura deve permitir que o usuário tenha liberdade para escolher a(s) plataforma(s) que vai utilizar.
  • A integração total entre os diversos ambientes é essencial e deve ser feita de forma que o conteúdo acessado seja o mesmo, na medida do possível, independente do dispositivo utilizado. É essencial manter os mesmos padrões lógicos para evitar que o usuário pense que está em outro portal quando acessa de diferentes dispositivos.
  • As tecnologias propostas devem ser compatíveis com as utilizadas atualmente (também nas utilizadas pelos usuários), não exigindo grandes mudanças na arquitetura atual, procurando sempre modularização das partes independentes.
  • O desenvolvimento de novas funcionalidades do módulo móvel deve ser facilitado de forma a permitir que partes do sistema já criadas sejam facilmente adaptadas a mobilidade.

Para viabilização das diversas funcionalidades do AMADeUs_MM, estudos detalhados foram feitos acerca de cada uma, de forma a especificar quais são passíveis de utilização através de dispositivos móveis de acordo com o novo modelo de arquitetura proposto. Na medida que a parte mais específica da aplicação depende das próprias especificações do AMADeUs_MM, a .reply contou com a colaboração da equipe do AMADeUs.


Porque a educação a distância móvel não decola? Seria falta de padrões?

terça-feira, 25/setembro/2007

Por que ainda hoje é difícil encontrar empresas que comercializem serviços em educação móvel? Com certeza muitos de nós já sentimos a necessidade de termos a disposição algum dispositivo que nos desse a possibilidade de estudarmos naqueles momentos onde estamos sem nada para fazer.

Apesar de algumas tentativas, as propostas a educação mobile ainda estão esperando por uma padronização, dos meios de acesso a informação. Hoje isso tem se tornado mais fácil graças aos aparelhos que possibilitam para qualquer pessoa, navegação na Web, usando todos os recursos disponíveis em um website. Já pensou acessar um ambiente de EaD diretamente do seu celular?

Voltando ao assunto, a educação móvel agora pode encontrar nas novas interfaces móveis um novo mercado. Agora teremos que nos adaptar a essa realidade. Por quê? A diversidade de aparelhos móveis que acessam a web tem tornado o processo de construção desses conteúdos muitas vezes impraticável. A manutenção de múltiplos endereços tem causado redundancia de dados, inconsistencia e principalmente dificuldade de manutenção.

Os trabalhos para uma padronização tem caminhado para uma solução de desenvolvimento de portais capaz de adaptar conteúdos web à maior parte dos dispositivos – desktops, PDAs e telefones celulares – a partir de uma única URL.

Nesse sentido a própria W3C tem recomendado a criação da visão de uma única Web onde:

1. São definidos um conjunto de melhores práticas que quando seguidas por autores e desenvolvedores são capazes de tornar os conteúdos acessíveis para usuários de dispositivos fixos e móveis.
2. Fazer tudo o que for possível para que a mesma informação e serviço sejam disponibilizadas para os usuários independente do dispositivo que ele esteja utilizando.

As regras encontram-se organizadas dentro dos seguintes tópicos:

  • Regras para escolha de conteúdo;
  • Regras para aproveitamento de espaço;
  • Regras para codificação;
  • Regras para o design de leiautes;
  • Regras para o uso de textos, fontes e cores;
  • Regras para o uso de tabelas; e
  • Regras para o uso de imagens.

Então mesmo que hoje ainda não seja uma realidade, com a convergência dos aparelhos de comunicação, talvez em pouco tempo, quem trabalhe com educação a distância precise adotar padrões ou se adaptar as novas tecnologias e ambientes.

Fontes: http://www.colaborativo.org/blog/2007/08/15/porque-a-educacao-a-distancia-movel-nao-decolou/

Regras práticas para apresentação de páginas web em dispositivos fixos e móveis. Maria Luisa Lopes de Faria


Expansão dos portais de e-learning

terça-feira, 18/setembro/2007

    Portais de e-learning apresentam usabilidade cada dia mais bem elaborada e funcionalidades mais robustas. Permitir, no entanto, acesso de todas estas através destes dispositivos móveis não é a melhor solução. Vavoula, Sharples & Taylor (2006) propõem um conjunto de perguntas às quais o mobile learning deve ser testado, entre estas se tem a validação da utilidade da mesma para usuários móveis.

Ao permitir uma visão das inúmeras funcionalidades, o sistema precisaria de espaço em tela para tal. Cada funcionalidade exige recursos diferenciados para visualização e cabe ao pesquisador identificar quais conteúdos são relevantes e como podem ser encaixados no ambiente móvel.

Para transportar uma tela grande diretamente para um dispositivo pequeno é preciso dividir esta tela em algumas outras para viabilizar apresentação de todo seu conteúdo. Esta atividade pode fazer com que o sistema tenha uma difícil memorização por não permitir ao usuário ter uma ampla visão de suas ações, ou seja, lembrar tudo que foi feito nas telas anteriores a que ele se encontra e o que ainda esta para ser feito. Este deve, portanto, ser mais um cuidado na concepção da mobilidade, a minimização da navegação entre as telas, deixando o usuário rapidamente no local onde o mesmo deseja estar.

Permitir ao usuário o acesso móvel a um portal educacional é bastante interessante. Deve-se, no entanto, avaliar as barreiras que serão encontradas, pois enfrentá-las pode tornar-se um trabalho bastante dispendioso para algumas partes do sistema. É necessário, portanto, escolher somente aquelas funcionalidades que se fazem úteis ao usuário do m-learning, ou seja, as funções irão agregar valor ao usuário quando acessando do dispositivo móvel em relação ao portal convencional.


Percepção em ambientes de ensino a distância

terça-feira, 10/julho/2007

O conceito de percepção está relacionado intrisecamente aos sentidos do corpo humano. Assim, muitos recursos são explorados em ambientes de ensino virtuais para gerar um mecanismo de feedback orientados ao aprendizado a partir de estímulos a esses sentidos.

Quando se fala de percepção em ambientes virtuais é notória a motivação para o desenvolvimento de interfaces que melhorem o entendimento dos usuários em duas perspectivas: a) Percepção das atividades presentes no ambiente (tanto as que estão sendo desenvolvidas, como as potenciais), e b) Percepção das responsabilidades em relação ao ambiente (seja por parte deste usuário, seja por parte de terceiros). É importante lembrar que a cada tipo de usuário percepções diferentes podem se mostrar mais relevantes.

Tais benefícios facilitam o desenvolvimento de artefatos que promovem uma ampla compreensão dos usuários durante todo o processo de aprendizado. Como exemplo, podem ser citados recursos colaborativos utilizados em ambientes virtuais de ensino que permitem aos usuários saberem, em tempo real, quem está presente no ambiente e o que está fazendo.

Nesse contexto, educadores e cientistas da computação pesquisam, em conjunto, alternativas para o desenvolvimento de artefatos e serviços computacionais que possam ser, cada vez mais, inseridos nos ambientes de ensino, sobretudo nos virtuais. Assim, é possível que os alunos intensifiquem e estendam sua compreensão e interação com os professores, colegas e conteúdo programático.


Interfaces Planejadas

sexta-feira, 1/setembro/2006

Definida a tecnologia a ser utilizada a .reply hoje trabalha na concepção e prototipação das interfaces. Os trabalhos iniciais estão baseados no Projeto AMADeuS.

Trabalhando sobre o modulo de Gestão de Conteúdo, a .reply utiliza técnicas de prototipação rápida, em folhas de papel, apresentando os resultados a alguns membros do projeto AMADeuS.

O próximo passo agora é o desenvolvimento dessas interfaces utilizando JAVA ME.